Deixa me partir naquele barco que esta ali a beirinha carregado de flores,
Deixa-me adormecer aos pés da Santa e ir ao sabor da ria,
Ah aquela ria que eu amo e venero, que não me canso de olhar.
Deixa me caminhar a passos firmes em direcção ao outro lado e sentir o mar a envolver-me...
Ao longe acena-me, diz-me adeus uma ultima vez que eu quero levar comigo o teu sorriso.
Ah o teu doce sorriso, o brilho do teu olhar que espelhado nestas águas se torna num só brilho.
Deixa-me partir devagarinho pela noite fora, carregando comigo as mágoas e as lágrimas.
Deixa-me demorar aqui deitada, aos pés da Santa e não me ajudes, não me tentes alcançar.
Eu agora sou mais, mais que a brisa da noite, mais que o mar, mais que as rosas brancas que me tocam...
Ah as rosas brancas, puras rosas brancas!
Deixa-me ir por este rio a fora de encontro ao mar.
Deixa-me perder para depois me encontrar...
Deixa-me adormecer aos pés da Santa e ir ao sabor da ria,
Ah aquela ria que eu amo e venero, que não me canso de olhar.
Deixa me caminhar a passos firmes em direcção ao outro lado e sentir o mar a envolver-me...
Ao longe acena-me, diz-me adeus uma ultima vez que eu quero levar comigo o teu sorriso.
Ah o teu doce sorriso, o brilho do teu olhar que espelhado nestas águas se torna num só brilho.
Deixa-me partir devagarinho pela noite fora, carregando comigo as mágoas e as lágrimas.
Deixa-me demorar aqui deitada, aos pés da Santa e não me ajudes, não me tentes alcançar.
Eu agora sou mais, mais que a brisa da noite, mais que o mar, mais que as rosas brancas que me tocam...
Ah as rosas brancas, puras rosas brancas!
Deixa-me ir por este rio a fora de encontro ao mar.
Deixa-me perder para depois me encontrar...

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