
Oh vida que não me mostras os teus verdadeiros caminhos,
Que me abandonas quando preciso de ti e me levas pelas veredas da vida,
Pela mão me tomas e mostras-me o mundo da forma mais dura.
Vida que não te entendo nem te aceito,
Mas que sem qualquer outro jeito vou suportando a muito custo...
Vivendo o dia-a-dia, sofrendo, sorrindo, chorando...
Até um triste dia em que a cortina se fexe...
As luzes da ribalta se apaguem...
E a vida não passe de mais uma peça de teatro ao estilo Bertolt Brecht...
Longe do público, mas dentro da sua consciência...
A vida de cada um é uma cena,
Viver é a maior de todas as artes...
Sobreviver o maior designío do mundo!!!
Viver hoje...amanhã,
E depois...
E desejar que a vida cesse e a cortina se feche sem aplausos, sem orgulho!
Vida teatral que não te extingues...

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pózinhos de perlimpimpim