
Tenho medo do próprio medo,
Um medo que me consome,
Que me leva,
Me toma nos seus braços,
E me sussurra intrigas ao ouvido...
Um medo que me impede de ser mais eu,
De estar contigo sem sentir insegurança...
Tocas a minha alma,
Tocas o meu ser e rasgas o meu sorriso...
Mas não és capaz de quebrar o inquebrável medo,
Que sinto dentro de mim e me faz pensar...
Reviver...
Sofrer...
Quero amar-te,
Quero ficar contigo,
Mas o medo...O medo não deixa!
Ele tomou-me nos seus braços e levou-me para longe!!!
Procura-me!
Liberta-me!
Encontra-me!

A ausência diminui as paixões medíocres e aumenta as grandes, assim como o vento apaga as velas, mas atiça as fogueiras.
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